política
Tifanny critica decisão da CBV e diz ser tratada 'como uma bandida' após veto
Ponteira do Osasco questiona a proibição da participação de atletas trans na Superliga Feminina de Vôlei.
A jogadora Tifanny Abreu, atual ponteira do Osasco, manifestou forte indignação contra a recente decisão da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). A entidade estabeleceu novas regras que vetam a participação de mulheres trans na Superliga Feminina. A atleta afirmou publicamente que se sente tratada de forma injusta pela organização.
Em suas declarações, Tifanny comparou a forma como está sendo abordada após a proibição com a de uma criminosa. A jogadora é uma das figuras mais emblemáticas do vôlei brasileiro e atua na elite da modalidade há anos. O veto representa uma mudança drástica nas políticas de inclusão do esporte no Brasil.
Impacto da decisão no vôlei nacional
A proibição afeta diretamente a carreira da ponteira na principal competição de vôlei do país. A atleta criticou a postura da CBV por excluir competidoras que já estavam integradas ao cenário profissional. Para ela, a medida ignora o histórico de conformidade com as regras anteriores.
Tifanny diz ser tratada “como uma bandida” após CBV vetar trans na Superliga.
O caso levanta um debate nacional sobre os critérios de elegibilidade e os direitos de atletas transgêneros no esporte de alto rendimento. A CBV ainda não detalhou todos os desdobramentos jurídicos da nova norma. Enquanto isso, o clima entre atletas e entidades segue tenso.
Com informações de Poder360.