Região
Mulher condenada por maus-tratos contra criança tenta dar rolê, mas é capturada pela ROCAM em Birigui
A captura aconteceu na manhã desta quarta-feira (7) durante patrulhamento especializado das equipes de moto
Birigui - A equipe de motos da PM cortou as asas de uma procurada que achou que ia caminhar de boa pelas ruas da cidade sem prestar contas com o juiz! A Polícia Militar capturou, na manhã desta quarta-feira (7), uma mulher de 26 anos procurada pela Justiça durante patrulhamento especializado da equipe de ROCAM, em Birigui.
Os policiais estavam de olho na movimentação e decidiram enquadrar a suspeita após receberem uma dica quente sobre a situação dela. Os policiais visualizaram a mulher em via pública e realizaram a abordagem após informações de que ela poderia ser procurada pela Justiça. Na hora do pente-fino burocrático, a fita deu positivo: durante a identificação e consulta aos sistemas policiais, foi confirmado um mandado de prisão pendente.
Condenação por maltratar criança e pena no semiaberto
A revista de segurança foi feita pelas equipes de trânsito, mas o crime dela era de outra natureza. Na busca pessoal, nenhum objeto ilícito foi localizado. O problema real estava no histórico criminal da abordada.
Conforme a consulta realizada pela equipe, o mandado havia sido expedido pelo Tribunal de Justiça após condenação pelo crime previsto no artigo 136 do Código Penal, relacionado a maus-tratos contra criança. A bronca é pesada: a pena estabelecida é de um ano de reclusão, em regime inicial semiaberto, e ela estava fugindo do cumprimento da sentença.
Apoio do CGP e xadrez na Delegacia Sede
Sem chance de tentar o drible ou dar desculpa fiada, a mulher recebeu os braceletes de aço no ato. Após a confirmação da ordem judicial, a mulher recebeu voz de prisão e foi conduzida à Delegacia de Polícia Sede de Birigui, contando com o apoio do Comando de Grupo Patrulha no transporte oficial.
Chegando no distrito policial, o caso foi direto para a mesa do delegado para validar o cumprimento da ordem do juiz. Na unidade policial, a autoridade de plantão tomou ciência da ocorrência e adotou as providências de polícia judiciária necessárias. O boletim foi registrado e a mulher permaneceu à disposição da Justiça trancada na carceragem, aguardando transferência para o presídio.