Região
Motociclista usa capacete para agredir frentista e PM de folga durante discussão em posto de Araçatuba
Discussão começou após frentista pedir que o condutor retirasse a moto de uma área exclusiva para pedestres
Araçatuba - Uma discussão por causa de uma motocicleta estacionada em local proibido terminou em agressões contra um frentista e um policial militar que estava de folga, na madrugada deste domingo (18), em um posto de combustíveis na Avenida Joaquim Pompeu de Toledo, em Araçatuba.
Segundo o boletim de ocorrência, a confusão começou por volta das 0h20, quando o motociclista entrou no estabelecimento para comprar uma bebida e deixou a moto em uma área destinada exclusivamente à passagem de pedestres.
O frentista pediu que ele retirasse o veículo, mas o condutor se recusou, alegando que era cliente do posto. Na sequência, passou a ofender verbalmente o funcionário, começou a filmar a discussão e ainda tentou entrar em contato com o proprietário do estabelecimento.
Policial tentou conter a confusão
Um policial militar que estava de folga e à paisana presenciou o desentendimento na conveniência do posto. Ao perceber que a situação estava ficando mais tensa e que o motociclista tentava agredir o frentista, o agente interveio para tentar controlar a situação.
Durante a confusão, o motociclista teria usado o próprio capacete para golpear o funcionário e o policial. O PM foi atingido duas vezes na cabeça.
Após as agressões e ameaças, o suspeito fugiu a pé em direção à Avenida Joaquim Pompeu de Toledo, deixando a motocicleta para trás.
Moto foi levada ao pátio
A Polícia Militar foi acionada para atender à ocorrência. O policial e o frentista recusaram atendimento médico, pois não apresentavam lesões aparentes.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, foi oferecida ao motociclista a possibilidade de realizar o teste do etilômetro, conhecido como bafômetro, mas ele recusou o procedimento.
A motocicleta foi removida ao pátio por irregularidades administrativas, incluindo o desgaste excessivo do pneu traseiro.
O caso foi registrado na Polícia Civil, e as partes foram orientadas. O motociclista informou que não pretendia formalizar uma queixa naquele momento e que buscaria orientação jurídica posteriormente.