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Atendimento prioritário sem constrangimentos; saiba como funciona o 'Cordão de Girassol'
Lei federal garante que pessoas com deficiências ocultas, como o autismo, sejam identificadas e respeitadas no comércio e na saúde. Entenda a lei relatada pelo deputado Alex Manente.
Quem cuida de familiares com deficiências que não são visíveis — como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), surdez ou visão subnormal — sabe o desafio que é enfrentar a fila de um supermercado, farmácia ou UPA na região de Birigui e Araçatuba. Os olhares de julgamento ao acessar o caixa preferencial são um desgaste diário.
Para acabar com esse constrangimento, o Brasil adotou oficialmente o Cordão de Girassol (Lei 14.624/2023). O uso da fita verde estampada com girassóis sinaliza imediatamente aos funcionários do comércio e da saúde que aquela pessoa necessita de suporte especial e atendimento prioritário, evitando qualquer questionamento.
A aprovação dessa lei teve a atuação decisiva do deputado federal Alex Manente (Cidadania-SP), que foi o relator do projeto em Brasília. Segundo o parlamentar, o objetivo é garantir "direitos, dignidade e antecipar a assistência necessária, evitando mal-entendidos".
Próximo passo no SUS:
A luta agora é para que as famílias não precisem comprar a fita. O deputado Alex Manente lidera as articulações em Brasília, como relator na Comissão de Constituição e Justiça, de um novo projeto (PL 2621/2023) que obriga o SUS a distribuir gratuitamente o Cordão de Girassol em todos os postos de saúde do país.
Comerciante da Região Noroeste: treine sua equipe para reconhecer o Cordão de Girassol. A inclusão fortalece a nossa economia e transforma nossa sociedade.